sexta-feira, 2 de agosto de 2013
terça-feira, 30 de julho de 2013
Começa a Semana de Formação para coordenadores de catequeseCerca de 100 catequistas da arquidiocese participam da Semana de Formação para Coordenadores de Catequese em Mariana. A SEFORC teve início na tarde desta segunda-feira, 22, e se estenderá até a próxima sexta-feira, dia 26. Os coordenadores de catequese estão reunidos no Seminário de Filosofia para debater temas como a catequese com crianças, o Plano Arquidiocesano de Catequese, a iniciação cristã de adultos, entre outros.
Os trabalhos foram abertos com a participação do padre José Geraldo de Oliveira falando sobre a importância dos Grupos de Reflexão na Arquidiocese de Mariana. Padre José Geraldo, que também é assessor da Pastoral da Comunicação (Pascom) na arquidiocese mostrou como devem ser os encontros dos grupos, sua formação, objetivo e dinâmica de oração. À noite, os coordenadores participaram da primeira missa do encontro.
Na manhã desta terça-feira, 23, os catequistas discutem sobre o Plano Arquidiocesano de Catequese, a catequese com crianças (Vinde a Mim) e, o assessor arquidiocesano da Dimensão Catequética, padre Paulo Vicente Nobre, reflete o tema “O líder que eu quero ser”. Na sequência dos trabalhos, ao longo da tarde o grupo ainda debate sobre o tema da iniciação cristã e catequese com adultos e a catequese crismal (Preparai o Caminho 3). À noite, em sintonia com a Jornada Mundial da Juventude, rezarão missa na intensão da JMJ.
A SEFORC segue até a sexta-feira com inúmeras atividades e diversos temas que serão debatidos e estudados pelos coordenadores ao longo desses dias. Entre eles, “Liturgia e Catequese”, “Psicologia das idades e “Organização e coordenação de catequese”.
sexta-feira, 24 de maio de 2013
Conhecer os interlocutores da catequese Criança de 0 a 03 anos
Acreditamos
que o grande desafio que temos enfrentado nos últimos tempos, nos
encontros de catequese, é o de conhecermos as pessoas a quem vamos
transmitir uma mensagem, catequizar. A catequese tem cada vez mais
ampliado os seus interlocutores, por isso, precisamos pensar em uma
catequese do ventre materno à pessoa idosa. Precisamos superar a idéia
de uma catequese apenas para as crianças com o objetivo do sacramento
somente (CR, n. 131)
A catequese
deve ser compreendida como processo ou itinerário, caminho que uma
pessoa percorre ao longo da sua vida, de sua história, “Tal processo
procurará unir fé e vida; dimensão pessoal e dimensão comunitária;
instrução doutrinária e educação integral; conversão a Deus e atuação
transformadora da realidade; celebração dos mistérios e caminhada com o
povo” (CR, n.29).
quinta-feira, 4 de abril de 2013
Sua Humildade, o Papa Francisco
Ele chegou a Roma, para o conclave,
levando consigo o cheiro do povo latino-americano, as dores e esperanças
dos humildes e sofredores, o anseio de quem sonha com uma Igreja
simples e profética. Não constava na lista dos ‘papáveis’ e nem nas
bolsas de apostas. Não estava entre os ‘favoritos’. (Os que apostam não
contavam com o Espírito Santo).
Em um conclave rápido, a surpresa: o
novo papa vem do “fim do mundo” (expressão do próprio). Mas isso era só o
começo das surpresas. Muito boas, diga-se de passagem. Em primeiro
lugar, o nome. Francisco não é um nome, dizia alguém. É um projeto de
vida.
Não quis receber o cumprimento dos
cardeais no ‘trono’ do papa. Preferiu ficar de pé. “Somos todos irmãos”!
Quando teve de sentar no trono quase caiu. Como a dizer: isso não é pra
mim!
Os sapatos pretos com cadarços – que
havia recebido de presente antes de viajar, em vez dos vermelhos, caros.
A recusa das mitras pontifícias. A maneira como se apresentou aos fiéis
que lotavam a praça: batina branca simples, sem a mozeta (capa
vermelha) sobre os ombros, sem estola bordada, a cruz de ferro… Não
surgiu como alguém que acabara de ser eleito para um dos ‘cargos’ mais
importantes do mundo. Com olhar grave e sereno expressou a seriedade e a
grandeza do ministério que estava para assumir. Depois, o gesto
elegante e evangélico de se inclinar e pedir a bênção, a oração do povo.
Em vez do latim, a saudação na língua local: “buona sera”; e a oração
na mesma língua. Apresenta-se como bispo de Roma, não como papa, como
sumo pontífice.
segunda-feira, 4 de março de 2013
SER PRESENÇA
Na seara midiática, somos presença na vida das pessoas, mas de forma muito mecânica. Aí não sentimos o “calor humano”, o olhar nos olhos e a proximidade corpo-a-corpo. O mundo globalizado encurtou as distâncias e distanciou as pessoas. Com isto perdemos a dimensão rica e fundamental da vida de comunidade fraterna.
No entender dos crentes, Deus sempre marcou presença na história dos povos. É uma presença fundante, que dá sustentação para a existência das criaturas e questiona a pessoa humana quanto à prática do bem. No meio de crises, desastres e catástrofes da natureza, Deus nos convoca para acolher e respeitar a vida.
Ser presença é ser capaz de acompanhar as mudanças da história, ser capaz de adaptar-se às novas mentalidades sem perder aquilo que é essencial, isto é, a vida com dignidade. Não podemos cair na infertilidade, no descompromisso com o bem comum. Ser infértil é ser presença que não consegue entender o valor da vida.
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