domingo, 29 de abril de 2012
SEM FRONTEIRAS
Sementes "semeadas"vão germinando pelos campos pela força da natureza ou pelos pássaros sem que ninguem lhes peça. Com alegria vão ajudando na multiplicação da semeadura. É lindo de se ver, a perder de vista, os campos coloridos de flores ou então os frutos já maduros soltando novas sementes que o vento leva pra outros campos. E quem contempla essa maravilha sente uma mudança interior, suas vidas áridas vão se transformando e uma vontade de também semear. Não existe fronteiras para semear a palavra de Deus.Somos discípulos missionários a serviço do reino. Muitos campos precisam, ser adubados,preparados. Não podemos limitar a palavra de Deus. É preciso levá-la até os confins da terra.
segunda-feira, 23 de abril de 2012
O GOSTO DOS CAMINHOS RECOMEÇADOS

Não te peço sapatos, peço-te caminhos.
O gosto dos caminhos recomeçados,
com suas surpresas e suas mudanças.
Não te peço coisas para segurar,
mas que as minhas mãos vazias

Não te peço que pares o tempo na minha imagem predileta,
mas que ensines meus olhos a encarar cada tempo
como uma nova oportunidade.
Afasta de mim as palavras que servem apenas
para evocar cansaços, desânimos, distâncias.
Que eu não pense saber já tudo acerca de mim e dos outros.
Mesmo quado eu não posso ou uando não tenho,
sei que posso ser simplesmente.
É isso que te peço, Senhor:
a graça de ser de novo.(Pe. José Tolentino Mendonça)
quinta-feira, 12 de abril de 2012
AVALIAR-ME COMO CATEQUISTA
Por vezes não chega avaliar a catequese.
Também o nosso desempenho deve ser alvo de reflexão, sem contudo cairmos no
erro de nos julgarmos melhores ou perfeitos. Afinal, cada um tem um ou outro
aspecto que pode melhorar, tem um ou outro ponto em que trabalha melhor e pode
(e deve) partilhar, ajudar.
Eu e Deus
-Dedico tempo a Deus na oração?
- Quando é que me é mais difícil rezar?
- A comunidade paroquial, o grupo dos
catequistas ajudam-me a rezar? Quais os problemas?
- Quais destas experiências de oração me
ajudam a rezar melhor?
· Escuta da Palavra de Deus
· Meditação
· Oração espontânea de agradecimento ou de
perdão
· Rezar com os salmos
· Oração organizada com o grupo de
catequistas
· Eucaristia
- Qual foi mais difícil para mim?
- Qual a mais útil para me ajudar a crescer
como cristão?
- Quais os modos de oração mais úteis para
educar os catequizandos à oração?
sexta-feira, 6 de abril de 2012
PÁSCOA: VIDA DE DEUS EM NÓS

A celebração da Páscoa é o coração do ano litúrgico e o centro da
vida dos cristãos. O coração é por excelência o símbolo do amor e a fonte da
Vida. Assim também é a Páscoa: celebração do amor Primeiro de Deus pela
humanidade e comunicação da vida Nova e Eterna que o Pai nos oferece em Cristo
por meio do Espírito Santo.
Cada tempo litúrgico é uma oportunidade de seguir Jesus Cristo. Se
durante a quaresma nos unimos ao Redentor dos homens no mistério de sua Paixão,
agora devemos experimentar em nossas vidas a força e o dinamismo de sua
Ressurreição. Tudo o que aconteceu com Jesus se atualiza hoje na vida dos
fiéis. Por isso podemos dizer que a Páscoa de Cristo é também a Páscoa dos
cristãos. Lembremo-nos primeiramente que a palavra Páscoa significa “passagem”.
Cristo passou por este mundo fazendo o bem (At 10,38), e para mostrar-nos que
não temos aqui uma morada permanente ele passou deste mundo para o Pai, venceu
a morte e o pecado para abrir-nos as portas do Reino dos céus.
Paixão do Senhor
Quem nunca se
perguntou sobre o sofrimento no mundo? Por que pessoas morrem de fome,
vítimas da guerra e da violência? Por que algumas crianças morrem
doentes? Por que existem tantos sofrimentos sem razão?
É comum a
incompreensão sobre a dor: “Sou fiel a Deus, procuro fazer o meu melhor,
mas agora estou sofrendo. Por quê?” A resposta mais adequada é: “Por
que Ele?” Por que o homem mais santo do mundo foi crucificado? Por que o
próprio Deus, que só fez o bem às pessoas, foi condenado a morte por
aqueles que entendiam de Escritura, de lei de Deus...? Por que Ele não
desceu da cruz?
Cristo morreu
porque quis assumir a nossa vida, mesmo na dor. Por que também Ele está
no mundo imperfeito e limitado onde cabe a dor, o sangue, a lágrima. Não
queremos a dor, mas esquecemos de que não somos deuses, somos humanos, e
mesmo um Deus humano, morreu. Vivemos no mundo ainda limitado que geme e
chora, esperando o dia de sua redenção. Não estamos ainda na plenitude
do Reino, ainda nos resta a contingência da vida. O Senhor assumiu a
realidade de dor que é inerente à experiência humana.
domingo, 1 de abril de 2012
Domingo de Ramos
Crismandos e catequizandos fizeram bonito na procissão.
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